Mostrar mensagens com a etiqueta Composições. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Composições. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Crítica ao espectáculo "Falar Verdade a Mentir" - Mónica

No passado dia 3 de Março, assisti a uma representação teatral da obra Falar Verdade Mentir de Almeida Garrett, interpretada pela companhia O Sonho. O espectáculo teve lugar no Auditório do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do B.E.S, situado no Cais do Sodré, em Lisboa. A peça é destinada ao público jovem – 8ºano -, mais precisamente (e segundo o site da companhia) a maiores de 12 anos.
A obra, de um único acto, fala-nos de um jovem, Duarte Guedes, que tem um enorme vício: mentir. Duarte está noivo de Amália, filha de um homem rico e de palavra, que detesta mentiras – Brás Ferreira. No desenrolar da acção Amália e outras duas personagens – Joaquina e José Félix – vão tentar encobrir as mentiras de Duarte de Brás Ferreira, tornando-as verdadeiras.
Os actores e actrizes que participaram na peça foram: Bruno Cunha, Bruno Vitoriano, Catarina Mamede, Frederico Salvador, Luís Nascimento e Tânia Ribeiro.
Na minha opinião, a peça foi interpretada de uma forma muito divertida e muito bem adaptada, tendo em conta o público a que se destina. As passagens humorísticas acrescentadas, mesmo que, por vezes, pudessem parecer algo exageradas, conseguiram captar a atenção do público durante todo o espectáculo.
Outro dos aspectos que considerei bastante positivo foi o facto de ter existido interacção com o público durante alguns momentos.
No entanto, achei que a interpretação feita pelo actor que representava o papel de Duarte Guedes, foi a menos bem concebida, já que, este se tornava algo maçador e aborrecido quando tinha falas relativamente maiores; acabando por ter menor relevância do que aquela que Almeida Garrett parecia mostrar na sua obra.
O guarda-roupa variou de qualidade de personagem para personagem, mas tendo em conta as poucas verbas da companhia, não foi dos aspectos mais negativos.
Em relação à luminotecnia e à sonoplastia – d irigida por Paula Santos -, penso que foram um pouco esquecidos e que se tivesse havido mais investimento nestes aspectos, em algumas cenas, teriam tornado a peça mais cativante.
Numa apreciação geral, posso dizer que gostei muito de assistir a este espectáculo e de ter a oportunidade de poder presenciar o excelente trabalho realizado por todos os que nele participaram. Aconselho a todos os que puderem a assistirem à peça.

Fonte: Companhia de Teatro "O Sonho"






Por: Mónica

terça-feira, 24 de abril de 2007

Querido Diário

Querido diário,
Como sabes a cultura chinesa sempre me fascinou e por isso quando nas últimas férias os meus pais me permitiram viajar pela 1ª vez sozinha a Pequim (que é, para que saibas, a capital chinesa) coisa que eu andava a pedinchar havia anos, não hesitei. Decidiram que ia ficar na casa de uma amiga da minha mãe que passou a lá viver quando casou com um senhor chinês chamado Jiang Hong e que tem uma filha da minha idade com quem simpatizo muito.
Lá parti muito entusiasmada chegando ao aeroporto de Pequim no dia seguinte bem cedinho. No aeroporto estava uma perfeita confusão mas eu nem tive tempo para me sentir perdida pois a Ming (a filha da amiga da minha mãe) apareceu a correr.
Os dias que se seguiram foram muito divertidos e movimentados. Fiquei surpreendida com Pequim pois é uma grande mistura de cores e pessoas. É diferente de todas as outras cidades. Depois disto a Ming fez questão de que eu conhecesse a Grande Muralha e eu fiquei encantada com a ideia. A muralha da China foi sem dúvida o sítio mais impressionante onde já estive. Tem 35OO km de comprimento e 25 000 torres. Eu tive a sorte de subir a uma delas, e acreditem que é como estar no topo do Mundo!
Visitei também Xangai que era, nos anos trinta, uma lindíssima cidade comparada a Paris. Passados alguns anos a cidade ficou em parte destruída com os seus monumentos históricos praticamente em ruínas. Agora Xangai está em permanente reconstrução e o barulho é ensurdecedor por onde quer que se passe.
- Quando cá voltares nem a vais reconhecer … está sempre a mudar! - disse-me a amiga da minha mãe também ela um pouco surpreendida com a cidade apesar de já a ter visitado inúmeras vezes.
No regresso a Pequim passamos por um mercado em que recebi como presente um belo Kimono chinês decorado com bordados dourados, isto depois do Jiang Hong regatear um bocado o preço para poupar alguns yans. Fiquei contentíssima com a prenda mas também um pouco envergonhada por não saber exactamente para que servia, questão a que a Ming prontamente respondeu. Fiquei a saber assim que o Kimono era o traje habitual antigamente mas que hoje em dia só é usado em ocasiões especiais.
Depois daqueles dias a passear fiquei algum tempo na casa dos meus amigos e aproveitei para telefonar aos meus pais e aprender algumas palavras em Chinês como sim que se dix shí, não que se diz bú shí e obrigado que se diz xìe xìe com o Jiang, que por ser o único chinês na família só fala comigo em Inglês embora tenha uma pronuncia horrível (como todos os outros chineses, vim depois a verificar). Provei também vários pratos chineses como os crepes, que achei muito saborosos.
Como já só faltavam sete dias para me ir embora ainda fui conhecer Xi`an – cidade dos Guerreiros de terra cota, onde observei um engraçado monumento chamado “ Big Wild Goose Pagode ” que fica perto do centro da cidade. Á noite fiquei deslumbrada com um espectáculo de água, luzes e música que lá se realizou.
No dia seguinte, como a Ming queria visitar a avó, fomos a Lesham uma cidade que tem um enorme Buda de 70m encravado na pedra. Em casa da avó de Ming provei diferentes chás que ela faz questão de beber em todas as refeições. O chá é a bebida chinesa mais conhecida e é servido em pequenas chávenas de porcelana chinesa. A seguir ao lanche dei um belo passeio de riquexá que é um carrinho puxado por um ou mais homens. Inicialmente eu nem queria lá entrar com medo de que o senhor ficasse com problemas de coluna mas convenceram-me dizendo que ele já estava habituado. Como os meus amigos sabiam que eu adoro animais ainda me levaram a Chengdu que ficava ali perto, para ir ver os pandas ao Centro de pesquisa. É um lugar que tenta recriar o habitat dos pandas e por isso fiquei contente ao vê-los tão bem instalados. Além do panda Gigante (que é preto e branco) ainda vi o panda vermelho que é mais raro.
No penúltimo dia estava eu um pouco triste á varanda da casa dos Hong quando apareceu a Ming toda sorrisos com o meu Kimono no braço.
- Despacha-te e veste-o – disse-me ela entregando-mo e olhando-se no espelho para verificar se tinha vestido bem o seu próprio Kimono.
Não tive tempo para fazer perguntas porque mal fiquei pronta fui arrastada para o centro da cidade onde estava a decorrer a festa do barco do dragão. Estava tudo ricamente decorado e as pessoas dançavam animadamente. Haviam ainda várias barraquinhas que vendiam candeeiros de mão e bandeiras chinesas pequeninas que como pude observar eram vermelhas com cinco estrelas amarelas no canto superior esquerdo. A festa acabou com um bonito fogo de artifício e uma marcha liderada por um dragão vermelho puxado por alguns homens. Infelizmente aquele foi o ultimo dia em que estive na China e tive então de me despedir com a promessa de voltar áquele país onde ainda há sem dúvida tanto para conhecer.

By Filipa

As lições do Menino Tonecas - A aula de Francês

(É segunda-feira e o Tonecas dirige-se para a sala de aula, para desta vez ter uma lição de francês).

Tonecas – Bom dia senhor professor!
Professor – Bon jour Tonecas! Hoje vamos dar continuação á nossa aula de sexta-feira e vamos aprender um pouco mais de vocabulário em Francês relacionado com o mobiliário. Peço-lhe então menino, para desta vez estar com atenção, para eu não ter de repetir tudo, pois estou a ter uma segunda-feira bastante exaustiva. Como se costuma dizer em Francês “J`ai la tête de Lundi”*!
Tonecas – Ora essa, senhor professor! Então os franceses têm uma cabeça para cada dia?
Professor – Ainda há pouco a aula começou e já o menino está a dizer disparates! Então não vê que isto é uma expressão idiomática?
Tonecas – Expressão quê?! Eu cá só conheço a expressão furiosa da minha avó quando eu lhe roubo as bolachas!
Professor - Menino Tonecas cale-se por favor que eu quero continuar com a vossa lição. Então vamos lá aprender mais vocabulário! Cadeira diz-se chaise, cama diz-se lit. Ouviu menino Tonecas?
Tonecas – Li o quê? Ó senhor professor, eu não li absolutamente nada! O que é que o senhor professor mandou ler afinal?
Professor – Eu não mandei ler nada menino, só o mandei escutar o que eu digo!
Tonecas - Há! Então está bem! …
Professor - Então, como eu estava a dizer …
Tonecas - Senhor professor …!
Professor - Não me interrompa menino Tonecas! Como eu estava a dizer …
Tonecas - Ó senhor professor !
Professor – Afinal o que se passa? Eu não disse já para não me interromper?!
Tonecas – Peço desculpa, mas o senhor professor tem o pescoço sujo de giz!
Professor - ( Limpa o giz com as costas da mão) Pois menino, mas para a próxima esforce-se por dizer isso em francês! Ora pescoço diz-se …?
Tonecas - Diz-se …
Professor - Diz-se cou menino!
Tonecas – Perdão?! Também tem isso sujo senhor professor?!
Professor – Não seja inconveniente menino Tonecas! Que má educação!
Tonecas – (Chora) Desculpe … desculpe!
Professor - Pronto … também não vale a pena chorar! Mas que isto não se repita! Seja um bom estudante e copie lá o que está no quadro …
Tonecas – Deixei o estojo no escritório do meu pai.
Professor - No escritório do seu pai?!
Tonecas – Sim, senhor. Mas se me emprestarem um lápis e uma borracha, eu já posso copiar …
Professor- Então diga ao menos lápis e borracha em francês. Repita comigo … crayon et gomme.
Tonecas- Vai dar-me uma goma senhor professor ?! Ai que simpático que o senhor é! Mas só se for uma de morango porque das outras eu não gosto! Já a minha mãe só gosta das de banana e a minha irmã …
Professor - Ai menino, o que hei-de fazer consigo! Não diz nada certo. Não lhe vou oferecer goma nenhuma! O menino é que disse que tinha deixado o estojo no escritório do seu pai. Pelo menos sabe como se diz escritório?
Tonecas – Eu não, senhor professor.
Professor - Diz-se Bureau. Ouviu-me menino ou estava de novo distraído?
Tonecas – (a choramingar) Ouvi pois! Chamou-me burro, foi o que foi …!
Professor – Eu não disse tal coisa mas que o pensei é bem verdade. Mas por favor não comece de novo a chorar … vamos lá esquecer isto e continuar, mas antes apanhe o seu casaco do chão e pendure-o antes que se suje!
Tonecas – E penduro onde?
Professor – E onde é que havia de o pendurar? No cabide está claro! Como se diz em francês … no porte-manteau.
Tonecas – Pela porta saía eu já, se o senhor professor me deixasse!
Professor – Então é melhor correr menino Tonecas, antes que eu próprio o ponha lá fora!
Tonecas – (a correr) Então adeus professor!
Professor – Adeus … adeus … quer dizer, … au revoir!

* Traduzida para Português esta expressão quer dizer “ estar com a cabeça de segunda-feira “ e refere-se ao humor com que normalmente as pessoas vão trabalhar á segunda.

By Filipa

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Se eu fosse...

Se eu fosse um golfinho andava sempre de um lado para o outro.
Gostava de ter uma grande família, assim podíamos fazer tudo juntos. Não gostava de estar sempre situado na mesma zona!
Agora estou com a minha família no Rio Sado. Em alguns dias vêm pessoas de barco para nos verem. Nós gostamos, mas temos sempre medo que façam alguma coisa.
No final do dia, ás vezes vamos não muito perto da costa, mas gostamos sempre de dar mergulhos.
Daqui a uns dias vamos para outra zona, ainda não sei muito bem o nosso caminho.
Há pouco tempo tive um amigo novo, também é um golfinho! Ele juntou-se a nós, nas nossas aventuras.
Bem, acho que chegou a hora de ir para outro sítio, os outros Rios ou Mares estão á nossa espera.
Adeus!

Cecília

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Se eu fosse ...

Se eu fosse uma efémera que nasce ao amanhecer de um dia, um bichinho pequeno, insignificante …, com duas bonitas asinhas nas costas … Um insecto que acaba de acordar para a vida, uma vida cheia de aventuras, diversão, uma vida que só dura um dia. E o que é que eu efémera faço num dia? A resposta é fácil, tudo. Uso e aproveito da minha curta existência para ser feliz. Sou um bichinho despreocupado para quem vinte e quatro horas são tudo. Pois é, tenho de fazer aquilo para que vocês, humanos, têm talvez mais de trinta anos! Vocês podem deixar-se preguiçar num sofá todo o dia, eu não. Para mim neste dia não há nada impossível ou perigoso. Salto de pedra em pedra, escorrego nas folhas, danço, canto, brinco, arranjo um amigo, uma amiga, um namorado …, visito outros lugares, rio, voo, faço coisas que nunca pensei fazer. E mais tarde, ao luar, junto-me ás meu companheiro numa dança animada …. Um último riso, um último bater de asas, antes de me apagar e me juntar ás estrelas.
Mas não tenham pena de mim pois, de todos os seres terrestres, sou talvez a mais sensata. Embora a minha vida seja curta eu ao contrário de vocês, humanos, aproveito-a ao máximo. Por vezes vocês são maldosos, tanto para os outros como para vós próprios e acabam por estragar as vossas vidas com coisas que muito provavelmente podiam ser evitadas. E esta é a minha missão, transmitir uma importante mensagem: Aproveitem a vida ao máximo.
Á uns tempos atrás a vodafone fez um exelente anuncio sobre este bichinho.
Para ver e pensar:
Espero que gostem!
Filipa

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Se eu fosse...

Se eu fosse um jornal, gostaria de ser o jornal "Público", para dar a conhecer ao país as notícias da actualidade.
Apreciaria ser feito de papel reciclado para proteger o meio-ambiente.
A minha vida seria curta. Eu sabia que só ia duraria um dia. Depois seria colocado no caixote do lixo e iria para a fábrica de reciclagem, dando origem a um novo jornal, com novas notícias. Iniciaria uma nova vida.
Conheceria muitas e diferentes pessoas ao longo desta vida efémera.
Iria para os cafés, pastelarias e outros locais , onde gente com um ar calmo ou apressado tomaria o seu pequeno - almoço ou o seu café matinal, acabando sempre por dar uma vista de olhos em mim.
Haveria gente que me olharia com indeferença, achando que as notícias eram sempre iguais e que já não faria sentido lê-las. Mas apareceriam pessoas que me leriam atentamente: observariam as manchetes do dia, preocupar-se-iam com a política do seu país, com a sua situação social e económica.
Seria também observado por pessoas que apresentariam um olhar atento e cara de cientista e mostrariam a sua curiosidade científica lendo as notícias sobre Ciência.
Por fim, haveria aqueles jovens e algumas crianças que pegariam em mim simplesmente para me entregar aos seus pais ou familiares ou então, para ir à
secção que falava da Sociedade, das suas celebridades favoritas e dos ídolos, lendo as notícias atentamente para depois contarem as notícias aos pais e amigos.
Ainda haveria muita gente que veria outras secção, outras notícias.
Esta seria a minha vida, informar o país da sua situação e do que acontece no Mundo, dia-a-dia...

Alexandra

segunda-feira, 22 de maio de 2006

"A Sabichona que pensava que sabia tudo"

.
Era uma vez uma menina a quem chamavam "sabichona que pensava que sabia tudo", pois tinha a mania de saber tudo e que era a melhor da escola.
Tinha de ter sempre razão no que dizia!
Um dia, estava a aprender matéria nova na escola de Francês, e de repente deu-lhe um daqueles "vipes"!
Começou a dizer coisas todas estranhas, que nem a professora percebeu!
E com uma "grande lata" disse assim:
-Então perceberam? Se não perceberam é porque é porque são burros, de certeza que a professora percebeu!
E a professora respondeu:
-Eu não percebi patavina senhora sabichona!
Começou toda a turma a rir do que a professora disse.
A rapariga zangada disse:
-Ai é?! Não vou perder tempo com vocês, vou para casa!
A rapariga foi para casa e falou com a Mãe, e a Mãe disse:
-Tu não és mais inteligente do que ninguém!
-Mas Mãe!- disse a rapariga.
-Nem mas, nem meio mas!- disse a mãe zangada.
E lá foi ela pedir desculpa a toda gente.
Desculparam-na porque eram amigos dela.
Assim se vê quem são os nossos amigos verdadeiros mesmo quando somos: "Mrs Sabichões".

Joana

O que seria aquele barulho? (continuação...)

.
A prova de que o fantasma da Sala 16 existe mesmo é que um dia na aula de História (na Sala 16) o fantasma esteve a "brincar" connosco... É verdade! Podem alguns não ter reparado, mas eu, eu reparei e até comentei com o Vasco... Mas agora vou deixar-me de rodeios e contar como tudo aconteceu:

Estavamos na aula de História e Geografia de Portugal muito excitados, pois íamos ver um videograma, a professora preparou tudo e minutos depois estávamos muito atentos, todos a olhar para a televisão... Fizemos uma pausa para tirar apontamentos, quando, de repente, o videograma começou a "andar", sozinho!!! Estão a perceber?!?! Sozinho!! Até aí tudo bem, mas isto voltou a repetir-se duas vezes... Eu tenho a certeza absoluta que foi o Fantasma da Sala 16 que queria brincar connosco!...
(Só para o caso de o Fantasma da Sala 16 estar a ler este texto: -Fantasminha, fantasminha, tens de saber separar o tempo em que podes brincar do tempo em que tens de estudar!...)

Mónica

sábado, 20 de maio de 2006

Quando o sol nasce...

.
Quando o sol nasce, nasce um novo dia
Quando o sol nasce, nasce uma grande alegria
Quando o sol nasce, nasce um pintainho
Quando o sol nasce, faz-se mais um ninho
Quando o sol nasce, acordam as pessoas
Quando o sol nasce, acordam as pessoas relembrando coisas boas
Quando o sol nasce, abrem as flores
Quando o sol nasce, começam os amores
Quando o sol nasce, abrem os corações
Quando o sol nasce, acorda a fantasia
Quando o sol nasce, faz-se poesia.

Rui

O que seria aquele barulho?





Na aula de Formação Cívica. Enquanto falávamos sobre a nossa festa de final de ano ouvimos uns barulhos estranhos. O que seria? A Mónica muito assustada disse:
- Professora o que foi este barulho?
- Não ouvi nada! – Respondeu a professora Teresa.
Todos fizeram silêncio, para ver se o barulho continuava. Mas…o barulho parou!
Como não se ouvia nada, recomeçámos de novo a aula.
Estava a professora a explicar o resto das coisas quando…
- Professora o barulho voltou! – Disse o Vasco.
A professora já estava abrir o armário, mas não estava lá nada. Então ficamos a olhar e muito atentos à descoberta do barulho. De repente a campainha toca e nós ainda um pouco assustados fomos para a aula de Ciências da Natureza, mas sem a nossa descoberta concluída…
Mas também, como é que queriam que nós descobríssemos alguma coisa, os fantasmas não se vêem!


Ana P. e Margarida

segunda-feira, 15 de maio de 2006

Como vivemos em Azeitão

Vivemos em Azeitão - mais precisamente em Brejos, cada um na sua vivenda.
Os nossos Pais conduzem-nos diariamente até à escola, onde ficamos a maior parte do dia e convivemos com os nossos colegas e amigos. Raramente nos encontramos com os nossos amigos fora do espaço escolar e, quando o fazemos, estudamos, jogamos e jantamos/almoçamos juntos.
Nos nossos tempos livres, para além de estudar e cumprir com os nossos deveres (quer de casa, quer da escola), frequentamos várias actividades, como por exemplo: natação, ténis e música.
Na escola, o nosso currículo é idêntico ao currículo nacional, ou seja, temos as disciplinas obrigatórias e ainda Educação Moral e Religiosa Católica. De forma voluntária, participamos em vários clubes: Clube de Jornalismo e Grupo Coral Instrumental. No Clube de Jornalismo, participamos no jornal escolar, onde escrevemos textos, damos informações, fazemos reportagens e pesquisas. No Grupo Coral Instrumental, tocamos vários instrumentos, de entre os quais se destaca a flauta. Depois, com as músicas que treinamos, geralmente fazemos pequenos concertos, ou na escola ou na Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense.
Quando pensamos em como seria diferente viver numa cidade, reparamos em várias vantagens e desvantagens:
- Vantagens: ter mais liberdade, no sentido de poder sair mais, ir ao cinema ou a um Centro Comercial sempre que queremos... Sair com os amigos para todo o lado...
- Desvantagens: Não poder andar de bicicleta num jardim, sem carros por todo o lado... Não ter espaços para passear e brincar livremente com os amigos...
Concluímos, então, que a vida que temos aqui em Azeitão é boa e tem todas as condições para vivermos felizes.

Eduardo L. e Mónica

sexta-feira, 28 de abril de 2006

Despertar

.

.
Decorria o mês de Março e estava um lindo dia de sol. Sentindo o seu coração a bater mais depressa, preguiçosamente esticou a cabeça. Sentiu-se atordoada e com sono e resolveu dormir mais um pouco. Os raios brilhantes e quentes do astro-rei depressa penetraram nos orifícios da sua carapaça despertando-a. Piscou os olhos e desta vez, para além da cabeça, experimentou esticar também as patas. Os cheiros à sua volta eram-lhe familiares, bem como a fofa terra por baixo de si, e verificou que estava no canteiro ao fundo do jardim onde sempre tinha habitado. Saindo debaixo da espessa folhagem que a tinha abrigado durante o rigoroso Inverno, viu que o seu pequeno tanque com água continuava no mesmo sítio, mas desta vez sem comida.
Ai...comida! Que fome tremenda que sentia! Não admira, quatro meses sem comer!
De repente ouviu um barulho e viu uma porta abrir-se. Seria a sua dona? Era sim, ela sentia-o.
Uma raparguita de olhos vivos sorria docemente para ela, com algo na mão.
Sem dúvida, o cheiro era inconfundível! Comida!
Sem pensar duas vezes a nossa tartaruguinha quase abocanhou os dedos da dona, que felizmente os retirou a tempo.
Era bom ver que o seu mundo estava igual... assim continuaria até ao próximo Inverno...

(Esta história é real, e escrevo-a para homenagear a minha tartagurinha Alface, que encontrei atropelada no meio da estrada. Recuperou facilmente...e assim passou a pertencer à minha família, adoptando o canteiro no fundo do jardim).

Beijinhos
da
Ana Filipa

sexta-feira, 21 de abril de 2006

O Sapo que não saltava...

.
Era uma vez um sapo que não sabia saltar. Ele tinha inveja dos outros sapos porque os outros podiam saltar e ele não.
Todos gozavam com ele.
E ele aprendeu a andar e depois os outros sapos tinham inveja dele, porque ele andava e os outros sapos não!


Daniel

domingo, 5 de março de 2006

Nestescrit@ e Netescrita

A-Team


Nos meus passeios, dei com estes dois cantos especiais que merecem visita e participação! Temos tantos textos engraçados! E podíamos participar nos desafios de escrita colaborativa e nas outras actividades. O que acham? Explorem bem e depois digam-me se devo preencher o formulário para inscrever a turma, ou somente alguns dos alunos que queiram colaborar. A escolha é vossa!

Ora espreitem lá!

Netescrita o blog

Netescrit@ o site

.
Professora 3za

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

Uma situação engraçada!

Estavamos na aula de Matemática na quinta-feira passada a passar uns pequenos apontamentos do quadro, quando a professora chama a atenção à Ana Filipa, pois ela estava um pouco distraida e perdida nos seus pensamentos:

-Ana, passa o que está no quadro!...

E a Ana Filipa responde com a sua voz doce:

-Mas professora, eu estou a passar!...

De repente o Luís diz a brincar:

-Ana, não respondas à professora que é feio!...

E o Eduardo Lameiras aproveita a situação e diz contente:

-BOA! Quando a professora me fizer uma pergunta eu não respondo, porque é feio!

A professora riu-se a valer, nós também e depois de passado aquele intervalo para descontrair lá voltámos aos desafios que nos põem a cabeça a pensar!



O A-Team criou, A Mónica escreveu!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

Aventura na Escola - História completa

Hoje (dia 16) os nossos colegas foram a uma visita de estudo a Lisboa, e nós (Vasco, Pedro e Joana) não pudemos ir.
Lá fomos para a aula de Matemática, enquanto os nossos colegas se estavam a divertir e de lá
fomos para o Centro de Recursos com a professora, visitar o nosso blogue.
Enquanto estávamos no blogue, o computador foi-se abaixo, as luzes apagaram-se e tudo escureceu.
A professora foi buscar a sua varinha mágica para nos salvar da escuridão.
Tentámos fugir mas não encontrámos o caminho, pois só a sala 16 tinha luz. Com a sua varinha mágica a professora fez aparecer uma vassoura gigante com quatro lugares a dizer «agarrem-se» e nós agarrámo-nos cheios de medo. Mas de repente os bancos criaram braços e agarraram-nos para não cairmos.
Quando estavamos a querer entrar na sala 16 a professora deixou cair a chave para debaixo dos cacifos.
Tentámos encontrar a chave mas não a encontrámos, agora a única solução era pela janela.
Construímos umas escadas para subir à janela e finalmente conseguimos entrar na sala 16.
Ligámos o interruptor e a escola ficou com luz novamente. Mas já não era a escola... estavamos num castelo enorme e estranho...
Nós nem queríamos acreditar!
Estávamos num castelo grande e horroroso.
Demos alguns passos e começaram a sair morcegos do tecto. Entretanto a nossa D.T. tinha desaparecido!
Entrámos por uma porta e encontrámos a nossa professora presa numa jaula.
Tentámos abri-la mas não conseguimos.
A nossa D.T. disse-nos que só podíamos abrir a jaula com uma chave Matemática.
Saímos dessa sala e encontrámos o senhor tabuada que nos perguntou a tabuada do 2 ao 10.
Nós acertámos e ele deu-nos pistas para encontrar a chave.
Entrámos noutra sala e encontrámos o senhor fracções.
Ela fez-nos expressões numéricas de 2m. Acertámos e ele disse-nos a sala em que podíamos encontrar a chave.
Entrámos na tal sala e encontrámos a chave, mas para a agarrarmos tínhamos que saltar pelo lago das fracções! Conseguimos e finalmente encontrámos a chave.
Fomos ter com a D.T. e salvámo-la. Ao abrirmos a jaula voltámos de novo à escola e o castelo desapareceu.
Ao regressarmos à escola a nossa D.T. disse-nos que toda esta aventura era uma prova de Matemagia que ela tinha inventado para não ficarmos tristes por não ir à visita.


Os nossos colegas podem ter-se divertido na visita a Lisboa... mas nós não nos divertimos menos do que eles!

Vasco, Pedro e Joana

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Uma aventura no Centro de Recursos

Hoje os nossos colegas foram a uma visita de estudo a Lisboa, e nós (Vasco, Pedro e Joana) não pudemos ir.
Lá fomos para a aula de Matemática, enquanto os nossos colegas se estavam a divertir.
Fomos para o Centro de Recursos com a professora visitar o nosso blog.
Enquanto estávamos no blog, o computador foi-se abaixo, as luzes apagaram-se e tudo escureceu.
A professora foi buscar a sua varinha mágica para nos salvar da escuridão.
Tentámos fugir mas não encontrámos o caminho, pois só a sala 16 tinha luz, com a sua varinha mágica a professora fez aparecer uma vassoura gigante com quatro lugares a dizer «agarrem-se» e nós agarrámo-nos cheios de medo. Mas de repente os bancos criaram braços e agarraram-nos para não cairmos.
Quando estavamos a querer entrar na sala 16 a professora deixou cair a chave para debaixo dos cacifos.
Tentámos encontrar a chave mas não a encontrámos, agora a única solução era pela janela.
Construímos umas escadas para subir à janela e finalmente conseguimos entrar na sala 16.
Ligámos o interruptor e a escola ficou com luz novamente. Mas já não era a escola... estávamos num castelo enorme e estranho...


Não percam a continuação desta história que aconteceu mesmo!


Vasco, Pedro e Joana
(Continua)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

A nossa turma e os armários


No outro dia estávamos na aula de matemática e a professora encostou-se por um bocadinho ao armário enquanto resolvíamos exercícios. O armário é a nossa máquina do tempo e acontecem coisas estranhas quando a professora passa perto dele, ou se encosta a ele. Estávamos todos em silêncio quando de repente a professora diz que teve uma ideia muito gira. Estava tão contente que começou a escrever no quadro coisas estranhas que nós nunca tínhamos visto na nossa vida. Começámos a fazer perguntas, a falar uns com os outros tentando perceber. A professora não dizia nada e de repente começou a falar... era uma coisa nova que havíamos de aprender no futuro, mas tínhamos de ter paciência. Nós estávamos já cheios de curiosidade. Então a professora disse que era melhor irmos a uma aula do passado para ver se conseguíamos perceber melhor, mas com aquilo que nós percebemos no presente, o que estava no passado era super fácil e então voltámos para o presente. Passado pouco tempo ouvimos bater, mas não era à porta. Era dentro do armário os meninos do futuro explicando que aquilo era fácil, que já tinham aprendido aquilo de outras maneiras. Medimos, contruímos, verificámos e lá estava o mistério do pi a ser resolvido aos poucos, aula a aula!

Bem, resumindo e concluindo, nós e os armários damo-nos muito bem. Pode ser que um destes dias vamos nós fazer uma visitinha lá ao futuro para eles verem que também sabemos muitas coisas. E vai ser a nossa máquina do tempo (armário da sala 16) que nos irá levar até lá!

Margarida