Nasceu o Menino
Nasceu o Menino


NO DIA 25 DE NOVEMBRO DE 2005 ...
Houve um grande acontecimento. No mesmo dia em que abriu a Feira do Livro, vieram à escola dois grandes autores (Eugénio Roda e Gémeo Luís) que lançaram um livro, deram autógrafos e responderam a entrevistas.
O A-Team (é claro!) teve de receber bem as nossas "visitas"; então realizaram uma pequena peça de teatro baseada no livro: "O Quê Que Quem - Notas de rodapé e de corrimão" (o tal livro que os autores lançaram).
O teatro correu muito bem e foi muito divertido! Para a encenação, os alunos não precisaram de utilizar roupas específicas. Baseados nas frases que os autores "construíram", criaram situações diversas, como por exemplo:
«Memória deve andar no bolso, para nos lembrar em que bolso a trazemos.» (frase do livro);
«Oh, professora! Desculpe! Esqueci-me de tirar a memória do bolso, antes de a mãe lavar as calças!...»
Este é apenas um exemplo, pois houve muitos mais, sem esquecer que esta obra está escrita em Português e também em Inglês, língua a que os alunos, por vezes, recorreram na sua peça.
Foi um tamanho sucesso que até repetiram duas vezes! O A-Team teve um grande trabalhão a organizar tudo (com a ajuda da sua directora de turma), mas valeu a pena!
O Clube de Jornalismo fez uma entrevista aos autores! Vem já a seguir.
Mónica , Ana Filipa, Ana Patrícia , Susana e Margarida

Ana Filipa , Ana Patrícia, Mónica , Margarida, Carolina , Rui , Rogério , Eduardo L., Susana
O QUÊ QUE QUEM - NOTAS DE RODAPÉ E DE CORRIMÃO
GÉMEO LUÍS (ILUSTRAÇÃO)
EUGÉNIO RODA (TEXTO)
EDIÇÃO BILINGUE (PORTUGUÊS/INGLÊS)
TRADUÇÃO DE ANA SALDANHA
EDIÇÕES ÉTEROGÉMEAS, 2005
COLECÇÃO PANORAMA IRREQUIETO
Gémeo Luís e Eugénio Roda são respectivamente pseudónimos de Luís Mendonça e Emílio Remelhe, ambos docentes na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Esta notícia saíu no jornal da nossa escola e fomos nós, os alunos do A-Team que estão no Clube de Jornalismo, que a escrevemos.

O meu poema era:
A Árvore da Borracha
As árvores também se enganam,
não a somar ou a subtrair, mas a florir.
Nem por isso ficam preocupadas!
Há sempre uma árvore da borracha mesmo à mão,
para apagar,
os erros que dão.
O poema da Cecília era:
O Cogumelo
Porque é que o cogumelo,
nunca tira o chapéu?
É porque não tem cabelo,
ou será porque tem medo,
que lhe caia em cima o céu?
Gostei destes poemas !
Daniel 